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sábado, 13 de dezembro de 2008

Puxada de rede do xaréu

PUXADA DE REDE
O ritual "Puxada de Rede", demonstra a pesca com rede, do peixe conhecido como xaréu (peixe encontrado na costa do Nordeste do país).O trabalho, é muito árduo, mas como todo trabalho do negro baiano, é bastante recheado com poesia, religiosidade e música.Conta a lenda que em uma certa noite de lua cheia, um pescador, decide ir pescar em alto mar . Ao se despedir de sua mulher, ela lhe avisa dos perigos de se pescar á noite e pede para que ele não vá. Mesmo assim ele decide ir, deixando sua esposa e filhos agoniados. Leva consigo a imagem da Nossa Senhora dos Navegantes, a benção divina e seus amigos e companheiros de trabalho. Sua esposa fica á beira da praia esperando o seu retorno. Ela se assusta como o retorno mais cedo do que o esperado do barco, com seu tripulantes todos tristonhos e alguns chorando, mas não vê seu marido e o procura desesperadamente .Ao desembarcar, os pescadores a contam que num descuido o marido dela havia caído no mar e devido a escuridão não foi possível encontrá-lo. Pela manhã, quando os pescadores desanimados com o acontecido, vão puxar a rede, e acabam encontrando o corpo do amigo pescador.Devido a situação precária em que eles viviam, não foi possível comprar um caixão para poder fazer o enterro e a procissão foi feita com ele nas costas.


Puxada de Rede
Manimal
Composição: Alexandre Lima - Chocolate
Seus olhos em noite de luaAté parece um encantoSão Sebastião tá mandando Eu te convidar pra sairVocê só quer se divertirMeu peito parece um tamborEu posso não ser pescadorMas vou te botar na minha redeFoi na puxada de rede que eu trouxe meu amorFoi na puxada de rede que o mar me presenteouFiquei com fome e com sedePois foi na puxada de rede que eu trouxe meu amorSeu cheiro de primaveraMe traz constante alegriaE nem parece que um diaEu soube o que era ser sóO mar quando quer não tem dóFoi Deus quem me presenteouÉ dia de levar florPuxada na rede do amor Foi na puxada de rede que eu trouxe meu amorFoi na puxada de rede que o mar me presenteouFiquei com fome e com sedePois foi na puxada de rede que eu trouxe meu amorJoga a rede no mar, iaiêJoga a rede no mar, iaiáPescador quando quer vai verJoga a rede no marJoga a rede no mar, iaiêJoga a rede no mar, iaiáPescador quando quer viver joga rede no mar



Puxada de Rede


Escrito por: Luciano Milani,em:11-01-2005 16:59
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PUXADA DE REDE O teatro folclórico que retrata a puxada de rede, conta a história de um pescador que ao sair para o mar em plena noite para fazer o sustento da
família, despede-se de sua mulher que, em mau pressentimento, preocupa-se com a partida do marido e o assusta dizendo dos perigos de sair à
noite, mas o pescador sai e deixa-a a chorar, e os filhos assustados. O pescador sai para o mar e leva consigo uma imagem de Nossa Senhora dos Navegantes, seus companheiros de pesca e a bênção de Deus. Muito antes do horário previsto para a volta dos pescadores, que seria às cinco horas da manhã, a mulher do pescador, que ficou na praia
esperando a hora do arrasto, teve uma visão um tanto quanto estranha. Ela vê o barco voltando com todos à bordo muito tristes e alguns até
chorando. Quando os pescadores desembarcam, ela dá pela falta do marido e os pescadores dizem a ela que ele caiu no mar por conta de um
descuido e que devido à escuridão da noite, não foi possível encontrá-lo, ficando ele perdido na imensidão das águas. Ao amanhecer, quando foram fazer o arrasto da rede que ficara no mar, os pescadores notaram que por ter sido aquela uma noite de pouca pesca,
a rede estava pesada demais. Ao chegar todo o arrasto à praia, já com dia claro, todos viram no meio dos poucos peixes que vieram, o corpo do
pescador desaparecido. A tristeza foi instantânea e o desepero tomou conta de todos alí presentes. Prossegue-se então os rituais fúnebres do pescador sendo levado à sua morada eterna pelos amigos que estavam com ele no mar, sendo seu
corpo carreagado nos ombros, pois a situação financeira não comportaria a compra de uma urna, o cortejo segue pela praia.

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